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O grupo
Autoestrada do Algarve – Via do Infante – Sociedade Concessionária – AAVI, S.A.
Lançado pelo Governo português em finais do ano de 1997, o programa SCUT (Sem Custo para o Utilizador) baseava-se na privatização da construção e operação de algumas das autoestradas existentes e/ou na construção de novas infraestruturas do país. O programa previa que a gestão das autoestradas fosse efetuada pelo sector privado, em troca de remunerações a pagar pelo Estado.
Através do decreto-lei n.º 267/97, de 2 de outubro, foram estabelecidas as condições e procedimentos a seguir para as empresas interessadas em concorrer ao concurso público internacional para a conceção, projeto, construção, aumento de número de vias, financiamento, exploração e conservação em regime SCUT de determinados lanços de autoestrada e conjuntos viários associados, da concessão da autoestrada do Algarve.
Em setembro de 1998 um consórcio liderado por duas empresas participadas do Grupo Ferrovial (Cintra Concesiones de Infraestruturas de Transporte, S.A. e Ferrovial Agromán, S.A.), e participado por sete construtores portugueses, apresentaram ao Ministério do Equipamento Social uma oferta relacionada com a autoestrada de portagem em regime SCUT do Algarve.
Em Julho de 1999 foram selecionados pelo Estado Português, e convidados a apresentar a oferta final, dois candidatos, sendo um deles o liderado pela Cintra Concesiones de Infraestruturas de Transporte, S.A.. A concessão foi adjudicada a este consórcio através da declaração conjunta do Ministério das Finanças e do Ministério do Equipamento Social. Esta decisão converteu-se em definitiva com a publicação das bases da concessão em Diário da República em 14 de abril de 2000, através do Decreto-lei nº 55/2000.
Nasce desta forma a Euroscut – Sociedade Concessionária da SCUT do Algarve, S.A., sociedade anónima cujo objeto social é o projeto, construção, financiamento, conservação e exploração da Concessão da autoestrada de portagem SCUT do Algarve.
No quadro do novo modelo de gestão e financiamento para o sector das infraestruturas rodoviárias, em 8 de dezembro de 2011, foi iniciada a cobrança de portagens na A22, materializada em 10 pontos de cobrança ao longo de toda a A22. A referida cobrança é efetuada pela operadora Vialivre. Na sequência desta alteração, a atividade da empresa passa de regime SCUT a regime por disponibilidade.
A 26 de Setembro de 2017 foi efetuada uma alteração na estrutura societária, na qual a Cintra Infrastructures S.E. detentora da maioria do capital, cede 48% do capital da empresa à DIF Participations 4 Luxembourg, S.à.r.l. (DIF).
Em setembro de 2020, a Cintra Infrastructures S.E. alcançou um novo acordo com a sociedade Fados II, B.V., uma empresa do Grupo DIF, para venda do remanescente da sua participação social, a efetuar em duas fases, tendo a primeira fase sido concretizada a 17 de dezembro de 2020 com a venda de 28% àquela entidade, tendo a segunda fase, correspondente aos remanescentes 20%, sido concluída em agosto de 2022.
Apesar de não participar no capital social o Grupo Cintra mantém-se presente na gestão da Concessionária através de um contrato de prestação de serviços e assessoria.
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